domingo, 18 de dezembro de 2011

FUTEBOL É ASSOCIATION


Quem foi induzido pela imprensa a achar que a final do mundial interclubes,que digas de passagem é meio sem graça devido ao modelo adotado, e as exigências da famigerada por dinheiro ,a FIFA se restringiria ao duelo entre Messi e Neymar,foi enganado mais uma vez.

O futebol é coletivo não depende somente de um ou dois jogadores, aliás, não depende só dos jogadores e sim de toda uma estrutura logística técnica e tática. E isso perpassa a individualidade,ainda que seja necessária e alguns momentos.

Ainda que o futebol tenha se tornado chato de se ver, porque o capital que domina e alicia o mundo adentrou e dita as regras no divertimento preferido da população mundial e que também ultimamente os treinadores insistem em retrancar o jogo,como disse o treinador do Corinthians, primeiro marcamos,depois marcamos de novo e só depois atacamos.

O Barcelona mostrou que no futebol moderno não deve existir mais jogadores com posições fixas,que marcar é dever e obrigação de todos e atacar também.

Deu uma aula de condicionamento físico, de toque de bola, e de marcação sem a posse da mesma.

Há quem diga que é fácil com aquele elenco jogar daquela forma.Não penso assim,acompanho futebol há 25 anos exaustivamente e já vi muitas seleções ruírem e decepcionarem as expectativas e a lógica, e não falo só de resultados, e sim do futebol apresentado também.

O certo é que por trás daquela máquina de jogar futebol tem toda uma estrutura e conjuntura que deveria ser copiada por todos, principalmente a maneira a sua formação tática de se jogar futebol...E que futebol!Sem firulas, sem frescuras, sem propaganda, enganosa...mas todos recebendo a bola e passando rapidamente para o outro,sem estrelas cadentes, apenas uma constelação, num céu verde,que é o gramado.

O futebol é association como diz a tradução em inglês é associação, é cumplicidade,é coletividade.O futebol é para frente...O futebol tem nome!Barcelona.

FUTEBOL É ASSOCIATION


Quem foi induzido pela imprensa a achar que a final do mundial interclubes,que digas de passagem é meio sem graça devido ao modelo adotado, e as exigências da famigerada por dinheiro ,a FIFA se restringiria ao duelo entre Messi e Neymar,foi enganado mais uma vez.

O futebol é coletivo não depende somente de um ou dois jogadores, aliás, não depende só dos jogadores e sim de toda uma estrutura logística técnica e tática. E isso perpassa a individualidade,ainda que seja necessária e alguns momentos.

Ainda que o futebol tenha se tornado chato de se ver, porque o capital que domina e alicia o mundo adentrou e dita as regras no divertimento preferido da população mundial e que também ultimamente os treinadores insistem em retrancar o jogo,como disse o treinador do Corinthians, primeiro marcamos,depois marcamos de novo e só depois atacamos.

O Barcelona mostrou que no futebol moderno não deve existir mais jogadores com posições fixas,que marcar é dever e obrigação de todos e atacar também.

Deu uma aula de condicionamento físico, de toque de bola, e de marcação sem a posse da mesma.

Há quem diga que é fácil com aquele elenco jogar daquela forma.Não penso assim,acompanho futebol há 25 anos exaustivamente e já vi muitas seleções ruírem e decepcionarem as expectativas e a lógica, e não falo só de resultados, e sim do futebol apresentado também.

O certo é que por trás daquela máquina de jogar futebol tem toda uma estrutura e conjuntura que deveria ser copiada por todos, principalmente a maneira a sua formação tática de se jogar futebol...E que futebol!Sem firulas, sem frescuras, sem propaganda, enganosa...mas todos recebendo a bola e passando rapidamente para o outro,sem estrelas cadentes, apenas uma constelação, num céu verde,que é o gramado.

O futebol é association como diz a tradução em inglês é associação, é cumplicidade,é coletividade.O futebol é para frente...O futebol tem nome!Barcelona.

Prof. Everton Freitas

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muito plateia para pouco espetáculo



È, mais um dia inesquecível na velha “cancha”,prato cheio para quem gosta do velho futebol,ou para quem gosta simplesmente de passear, de aglomerações...
Antigamente os jogos eram nas quartas e domingos, hoje acontecem as quintas somente, pois não se pode concorrer com a televisão.
Emoção para quem independentemente do dia, sempre esteve ali, no mesmo lugar, próximo as mesmas pessoas, às vezes com um time de coração para torcer ,às vezes apenas para rever os amigo e colocar os papos em dia.
Dessa vez dois times novos, Bela Vista de Majorlândia e Palmeiras da comunidade do Baixio.Times novos, mas velhas caras...
O espetáculo começou , vez por outra o torcedor contava e calculava o percentual de público, e começavam as estáticas:
-Tem mais de duas mil!
-Tem mais de três mil...
-Hoje quero ver quanto irão anunciar de renda!
A verdade que era gente de todos os recantos aracatienses e das cidades circunvizinhas.
Um verdadeiro espetáculo da torcida, que se aglomerava na arquibancada e no alambrado, revivi os velhos tempos da cancha,das rivalidade das torcidas dos verdadeiros espetáculos naquele estádio...dos inúmeros especialistas que a cada lance comentavam,gritavam e xingavam na arquibancada.
Entretanto faltou o mais importante o futebol, parece que as equipes estavam atônitas com tanta gente, e o brilho da torcida parece que ofuscou os atletas e que pasmem, jogaram tão pouco, para tão grande platéia.
Ao final o destino se incumbiu de ser justo pelo pífio futebol apresentado entre ambas equipes.Um jogo sem gols, sem vida, sem entusiasmo.Emoção reservada então para as penalidades máximas.
Era loteria ou seria competência?Não podiam mais serem tão insensíveis a tão grande platéia,era marcar,vibrar,colocar a bola na rede e o grito de gol preso por todo o tempo normal e prorrogação agora iria sair e por várias vezes.venceria aquele que gritasse mais vezes......Gol!
Venceu o Palmeiras do Baixio, mais uma vez o Bela Vista de Majorlândia,literalmente morreu na praia, não porque não tenha nadado, .não porque lhe faltou torcida,mas porque faltou vontade , lhe faltou o dia, lhe faltou na hora certa gritar gol...Talvez não fosse o seu dia , a sua hora...
Mas a cancha viu um espetáculo que há tempos não via,o espetáculo da torcida,porque foi muita plateia para pouco espetáculo.
Everton Freitas

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O COVARDE

Era uma vez um homem tão covarde

Tão covarde, tão covarde,

Que só chegava cedo porque tinha medo de chegar tarde.

Nunca disse a verdade,

Como todo covarde.

Mas, mesmo assim

Se alguma coisa negava

Era por medo de dizer sim.

E porque temia o umbigo

Pelas costas apunhalou seu amigo

Sorriu sua vida inteira para o patrão

E nunca lhe disse NÂO!

Temia a policia mesmo sem ser ladrão

,Pois vejam que coincidência,

O medo lhe pesava na consciência

De tudo que ganhava nem tudo declarava

Por medo do que o estado lhe tirava.

A verdade só falava quando lhe era conveniente

Era igual a todo mundo com medo de ser diferente

Como era covarde , aquele homem.

Mas , vejam só....

...tão covarde quanto a gente.

(Mino)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Aracati





Vejo nos olhos a alegria

de quem um dia pode contemplar,

A brisa do mar coqueiros balançando,

casarões históricos , cultura no ar .

O Rio Jaguaribe a desembocar,

desembocar nas águas do Mar

A vida por aqui ela é mais bonita,

Seus coqueirais, suas praias infinitas.

Aracati muito mais que um vento,

é cultura em movimento ,

que nem em pensamento cabe descrever,

felizes os olhos que te vêem ...

oh como é belo ,teu entardecer

Everton Freitas

Bons ventos façamos



De que são feitas as cidades? De paredes?De concretos? De estruturas de pedra?De ferro?Em seu aspecto físico sim, porém a cidade é feita principalmente por pessoas ...

Assim como o corpo físico é feito de carne, e dentro está a nossa personalidade assim é a nossa cidade, nós somos a personalidade da nossa cidade.

Então se assim está, é reflexo do que ela é por dentro.Por dentro de todos nós...

O que vemos hoje e o que falam dela é reflexo de nós mesmos, das nossas decisões,mas principalmente das nossas atitudes ou falta delas.Nós a construímos e a destruímos...

Nós somos o Aracati e o os ventos que dantes sopravam precisam retornar, trazendo consigo a brisa e o refrigério da auto-estima que foi levada pelos destroços dos furacões da incompetência de muitos e da falta de atitude nossa de cada dia.

Não podemos nos acostumar com o clima que insiste em exaurir as nossas vidas,nem com a falta de esperança que só os bons ventos trazem.

O refrigério há de vir, porque sempre depois da tempestade vem a bonança.

Ma virá quando cada pessoa perceber que é responsável por esse clima.

Façamos bons ventos e os bons ventos virão.

Parabéns Aracati.

Everton Freitas